terça-feira, 21 de abril de 2026

Sonho Lúcido em 16 de abril de 2026

          Primeiramente estava num sonho comum. Estava num quarto e procurava por algo e pedi esse algo a um casal que estava dormindo. Não queria incomodá-los e, portanto, sai do quarto. Na área externa de um local que não conhecia encontrei uma criança pequena, quase um bebê. Não me recordo de suas feições mas eu definitvamente o conhecia. Peguei a criança no colo e naquele momento, vi o Sr. João Santana passar numa rua movimentada logo em frente ao local. João Santana é meu sogro e dessomou há 9 anos. Estava desconfiado, calado, ressabiado e andava apressadamente pela rua. 

          No momento que o vi, pensei muitas coisas e tive a felicidade de perceber que estava numa projeção lúcida. Dentre os pensamentos que me vieram estavam o fato de não estar num sonho. Eu erroneamente, no sonho lúcido, classifiquei-o como projeção lúcida. Estava pensando claramente e analisei o ocorrido e ainda lembrei-me de não me exaltar a fim de continuar na experiência. Sabia que exaltações e emoções exacerbadas nos faz acordar e não queria isso de maneira nenhuma.

            Segui o Sr. João, passamos por pessoas mas ele não se deu conta de minha presença. Estava com os cabelos cortados bem curtos e chamei por ele enquanto o seguia.

            -- Sr. João! Sr. João! -- Ele não me ouviu.

            -- Sr. João Santana! -- insisti.

            Ele me ouviu. Lembro de ter perguntado a ele como ele está, e o que estava fazendo. Ele me disse que precisava comprar uma peça para encaixar em determinado local. Vale lembrar que Sr. João Santana, quando vivo, era um exímio artesão e solucionador de problemas. Sabia construir, trabalhar com metal, madeira, fazia misturas de catalisadores com pó de ferro e criava coisas materiais na solução de um sem número de problemas domésticos. Era o famoso "faz tudo", mas com uma competência invejável. Ele me ajudou muito e sou muito grato a ele pelos socorros prestados. 

            Entramos num restaurante por quilo. Mas não nos servimos. Somente continuamos a conversar. Eu perguntei a ele:

            -- Quando o senhor vai voltar? 

            Uma pergunta estúpida e que já poderia ter me denunciado ser um sonho lúcido e não uma projeção. Caso eu estivesse numa projeção, eu jamais perguntaria algo assim.

            Ele não me respondeu, mas lembro-me de ter feito outra pergunta:

            -- O que você quer que eu diga à Dona Geni?

            Ele me respondeu para dizer-lhe que está bem, fazendo as coisas dele, estava ocupado e não desejava ser perturbado. Desejava ficar sozinho sem qualquer procura.

            Não me lembro de ter me despedido dele nem algo parecido com isso. Lembro apenas que os outros frequentadores do "tal" restaurante passaram a ser ameaçadores e se aproximaram de mim. E eu me lembro de ter pensado, "sai fora!", "me deixa!" e saí do restaurante.

            Rumei para um local em que tentei passar por uma janela alta, e a mulher teria me dito para flutuar até ela. Eu pensei no momento que estava numa projeção (erroneamente) e que haveria de ser possível fazer isso. Flutuei até a janela e passei por ela. Depois que passei pela janela vieram fluxos de cenas diversas e perdi a consciência.

            Acordei na cama e chamei pela esposa, que dormia ao meu lado, queria dizer-lhe que havia feito uma projeção mas naquele momento a verdade de ter tido um sonho lúcido e não uma projeção me veio à mente. E procurei rememorar as cenas antes de levantar para fazer este registro.





quinta-feira, 18 de junho de 2015

Sonho em 7-11-2015

Sonhei que estava num entroncamento de linhas de metrô, tipo estação Sé; uma mulher que estava com dificuldades para descer do metrô mas finalmente consegue. Ajudando-a a descer do metrô parere que eu saí da rota e perdi a hora do trabalho. Para justificar esse dia que não trabalhei, eu resolvi doar sangue. Segui por labirintos de estações até chegar num posto de coleta de sangue, lá eu descubro que tem de ser com hora marcada, segundo a recepcionista. Descubro que há uma palestra médica acontecendo e pareço achar normal aquele lugar ser uma mistura de entroncamento de estações de metrô e hospital das clínicas. A palestra em questão era sobre "stalking" ou sobre as pessoas que perseguem outras de forma obsessiva.

Sonho em 6 de novembro de 2014

Estava em uma cidade litorânea, provavelmente Peruíbe, porque meu sogro apareceu também no sonho. A casa no entanto era diferente, e a Meire não queria fica naquela casa. Uma situação meio confusa de assentamento, tudo ali tava mais para confusão e estresse do que para um fim de semana de descanso. Era de manhã, período em que apareceu um homem para fazer reformas na casa. Algo que só contribuiu para a bagunça aumentar. ele fazia barulho enquanto trabalhava. Momento nítido do sonho: era de manhã e ele apareceu perguntando por café.  Ele queria tomar café antes de iniciar os trabalhos.

Sonho em 13 de agosto

Sonhei com o Alexandre, pai do Rubinho, meu primo, e que coletava meu tênis que havia caído de uma viagem ou corrida, sei lá, de pedalinho. E estava chovendo.

Sonho em 18 de julho de 2014

Sonhei que tinha de tomar um remédio. Havia o remédio meu e outro de meu superior em um copo. Eu tomei meu remédio mas meu chefe não tomou o dele. Acabei desperdiçando o remédio dele. E é um remédio caro, tive que pagar 5 reais pela dose.

Sonho em 24 de julho de 2014

Estava em um supermercado que já havia fechado. Compra mantimentos e encontrei uma colega de trabalho. Sonho mudou para outro no qual eu havia solicitado o serviço de um copidesque e esse sujeito estava me cobrando uma dívida não paga.

Sonho em 24 de agosto de 2014

Sonhei que estava no Japão. Numa vila pequena, fora dos grandes centros e no litoral. Havia uma onda gigante que passava por alide vez em quando. Havia também surfistas que estavam naquela cidade apenas para surfar essa grande onda. E lembro de ter perguntado a um menino se ele falava inglês. Ele respondeu que não. E insisti perguntando-lhe se ele conhecia a ilha de Okinawa.