quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Sonho em 14 de dezembro de 2011

Tratei de registrar este sonho depois de novo hiato, quero agora dormir com o gravador ao meu lado de modo a não perder nenhum detalhe. Alguns sonhos são muito fragmentados, e não há condições de relatá-los pois não há uma linha de continuidade que venha a fazer sentido depois de escrita, por isso não os escrevo.
Este foi um sonho em que estava em uma igreja cheia de fieis e cuja missa estava prestes a começar. Eu estava prestes a me confessar com um padre que celebrou incontáveis missas em minha infância (Padre José). No meio da confissão, padre José se levanta e sai de cena repentinamente. Eu volto minha atenção para a imensa igreja e presto atenção na turba de fieis pela primeira vez, então vejo o padre José retornar e passar por mim. Naquele momento eu soube que ele não retomaria a confissão pois achou que já havia terminado comigo. Ele apenas segue caminho para um outro afazer deixando-me ali, sem respostas nem amparo.


Sonho em 19 de dezembro de 2011.

Neste sonho eu estava na casa de minha mãe e nele eu podia mover objetos. Eu testava esta telecinese das mais diversas maneiras, ora movendo objetos metálicos pelo chão, ora suspendendo-os no ar, para minha própria estupefação. Lembro-me de testar também a telecinese sobre objetos não metálicos e de comentar que a condição de ser metálico não fazia diferença. Neste sonho participou também uma colega de trabalho (famosa por acolher cães abandonados) e comentou o fato de tais ações serem nocivas e "blasfemas" ao cristianismo.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Sonho: Em 21-09-2011

Depois que meu filho nasceu, tive pouco tempo para organizar meus pensamentos e postar o que eu havia sonhado. E o cansaço que sobreveio à vinda do bebê fez eu lembrar de pouca coisa. Uma pena já que considero valiosas as informações que coletamos e catalogamos. 

Pretendo voltar a relatar minhas experiências aos poucos, assim que tiver mais serenidade à noite e quando o bebê deixar-me dormir por mais tempo. 

Lembro-me de ter sonhado com o Gabriel e ele ter chorado (ou revirado no berço) logo em seguida, como se aquilo fosse uma resposta ao meu sonho. É digno de nota porque não foi apenas uma vez. Coincidências? Talvez.

No sonho desta postagem eu estava com a Meire. De algum modo estávamos perto da casa de minha infância. A gente estava juntinho, aconchegados e prestes a fazer amor (!!!) Lembro de repente que tenho que usar preservativos (o medo de uma outra gravidez me assombra inclusive nos sonhos!) e esticamos até a casa de minha infância em busca da tal "camisinha". Antes de entrar na casa antiga, eu mostro à Meire como é legal "flutuar", algo que ela poderia fazer também ao meu lado. 

A sonho torna-se um borrão. Estou agora diante de minha cunhada que afirma categoricamente que a inalação é prejudicial ao bebê. Eu não tenho que recorrer a ela para curar o Gabriel de sua coriza e catarro. É engraçado porque eu penso justamente o contrário disso. Acho que a inalação é extremamente útil para descongestionar o peito e tirar o catarro das vias aéreas do bebê e, depois de ser devidamente autorizado pelo pediatra, passei a fazer isso nele. 

Outro borrão. Estou agora com um menino moreno que me pede para treiná-lo para vencer uma corrida de Fórmula 1. Acontece que nada sei sobre Fórmula 1. Nem mesmo sei quem venceu o último Grande Prêmio, tamanho é meu interesse sobre o tema. E o garoto insistia para eu treiná-lo, ao passo que eu relutava em aceitar pois tinha mulher e filhos para cuidar e teria que me ausentar para poder acompanhar o seu treino em Interlagos!!! Um absurdo! Ele inclusive me propunha pagar pelo treinamento. Ele ganhava 26 mil mensais enquanto corredor de uma categoria "menor" mas me pagaria bem mais do que eu ganho atualmente.

Naturalmente eu não iria aceitar sua proposta, não porque desconhecesse o tema e fosse transformar seu treinamento num desastre inimaginável, mas porque não queria ficar afastado da família. Tá certo então!




terça-feira, 10 de maio de 2011

NOTA sobre sonhos (ou da ausência deles)

Desde que meu filho nasceu, em 21 de fevereiro não tenho sonhado apropriadamente. Ou até mesmo ouso dizer que não tenho dormido apropriadamente. Isso porque eu tenho que levantar basicamente de 3 em 3 horas (ou antes disso, dependendo do humor do pequeno) para ajudar na amamentação.

Quando o Gabriel dorme, muitas vezes ele resmunga e faz barulhos que me deixam o sono atribulado (quando não me tira totalmente) e isso definitivamente tem contribuído para a queda e o esquecimento total do que eu sonho. Estou frequentemente cansado, com as pupilas vermelhas e torço para que eu volte a dormir algumas sonhadas seis horas seguidas. Mas estou atento com o que sonho e se aparecer algo digno de nota, certamente será anotado aqui.

terça-feira, 15 de março de 2011

Sonho em 27 de novembro de 2010.

Sonhei com o Sr. Sílvio.
Eu estava em minha sala de escritório e folheava uma revista com "formatos da Argentina". Ele entrou para checar o que eu lia e resolveu conversar sobre os formatos daquele país. Depois foi embora em uma perua.

Sonho em 04 de abril de 2010

Estava em uma sala de aula. E ansioso para sair dali pois havia uma gravação marcada. Estava fazedno a pré produção de alguma coisa. Pouco antes de sair, a palestrante chamou por "todos os professores de francês". Naquele momento eu pedi a uma aluna que anotasse tudo e que depois eu pegaria com ela os recados que seriam dados. Eu tinha comigo 4 malas!

Sonho em 11 de março de 2010

Este sonho foi rápido pois dormi apenas por dua horas. Eu e a Meire estávamos com a Marilene, minha prima, e ela estava com uma filha pequena (era a Carol pequena? não sei...) O local era o Rio de Janeiro, mais precisamente diante da Usina Nuclear de Angra dos Reis. Naquele momento eu cheguei mesmo a comentar que devia ser bastante intimidante estar diante daquela monstruosidade nuclear.
Na verdade eu falava que "devia" ser perigoso estar lá, mas na verdade estávamos lá.
A Marilene nada falou neste sonho. Entrou muda e saiu calada.
Daí fomos a uma montanha russa, ou melhor, a uma mini montanha russa, pois o brinquedo foi projetado para crianças. Era pago e acertava-se depois que se andava nele (só em sonho mesmo). Depois de pagar pelo passeio, fomos embora.

Sonho em 22 de fevereiro de 2010

Eu e a Meire estávamos em um local próximo ao centro de São Paulo (pareceu ter sido a Caio Prado). Estávamos em uma destas salas de eventos de um hotel. Em instantes ocorreria uma coletiva de imprensa promovida por uma loja de marca famosa (não lembro a marca). Eles trariam até a cidade ninguém menos que Diana Ross. Além do show, Diana também estava na cidade para divulgar o seu vínculo com a marca famosa. Eu estava me passando por repórter (como eu fazia antigamente). Na saída da coletiva (ela eu não vi acontecer) nós encontramos um antigo colega de Senai, o Gérson, e lembro que naquela hora eu troquei o seu nome.
Já passava de meia noite e neste sonho estávamos sem carro. Lembro que discutíamos como pegaríamos um ônibus até "Santana" e de lá, um táxi para casa. Neste sonho Santana novamente voltou a ser perto de casa. Gente, onde está minha cabeça? Na casa atual (na qual moro há mais de 6 anos) ou na antiga casa de Santana? Por que eu ainda sonho com esse lugar?
Neste sonho a Meire havia dado lugar à minha mãe e minha tarefa agora era levá-la agora para sua casa.

Sonho em 23 de janeiro de 2010

Sonhei que eu era um personagem. Personagem de um livro. O livro se chamava "O Dia Perdido". A mensagem que eu tentava passar nessa história é que por mais que o personagem do livro tente fazer algo útil de seu dia, ele acaba fazendo nada. No entanto, seu otimismo é inabalável. Ele acha mesmo que no final de tudo seu dia terá valido a pena, mas sempre acaba sendo um dia perdido. Este personagem chorava muito ao perceber isto. Ao mesmo tempo em que eu era esse personagem, também sabia que a história não era tão fictícia assim, e que todo este processo pode ter sido uma mensagem. Tudo pode ter sido um alerta!
Eu estava em um lugar que parecia ser a antiga rua em que morei, a Alfredo Pujol, perto da Igreja de São José Operário. Eu andava pela cidade aleatoriamente enquanto tentava dar um significado para minha vida. Tudo estava um caos.

sábado, 12 de março de 2011

Sonho em data não registrada

Sonhei que estava nas dependências da Rede Globo de televisão. Não como funcionário, mas como visitante. Estava em uma área comum, local em que as diversas produções da casa se encontravam. Em determinado momento um dos funcionários faz uma piada sobre mim. Eu não sei o teor da piada mas tinha a ver com a minha (falta de) socialização. Daí eu tento deixar uma melhor impressão neles ao ser mais sociável conversando com eles. No meio da conversa (não lembro de qualquer teor dela) um gay se insinuou para mim e, finjo que não entendi nada.
Enquanto isso, uma turba de gente recém saída de alguma gravação (algo que parecia ser um seriado adolescente, igual a Malhação ou algo assim) invade o lobby. O gay que conversava comigo comenta, "Não é bom ficar aqui depois do trabalho socializando com o povo? Eu adoro!". Uma garota da produção (estagiária) esbarra e mim e ainda diz, "eu preciso trabalhar, me dá licença?".
No final eu tento voltar para casa de ônibus e noto que a Globo está num lugar diferente do atual (Brooklin). Este local é parecido com a Bela Vista. No ponto de ônibus eu encontro a Sandra, uma mulher que trabalha no Depto Financeiro do SBT (!!!) e com quem converso tão pouco. Por que ela apareceu no sonho?

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Sonho em data não registrada

Sonhei que estava tirando ovos cozidos de dentro de um microondas (!). A parte interna do microondas pareceu estar cheia destes ovos cozidos que (acho eu) devem ter estourado. Toda a cena pareceu ter saído de uma prova de programa de auditório. Eu sabia, de algum modo pois nunca estive lá, que estava na casa da D. Íris. Ou seja, eu estava tirando ovos cozidos de dentro de um microondas da casa de Dona Iris. Vê se pode um sonho destes?

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Sonho - 05-01-2011

Motivado talvez por uma conversa que tive com um amigo meu que é pastor, acabei desta vez sonhando com ele. Na verdade sonhei que lia um texto pretensamente bíblico (estava longe de ser um texto bíblico, na verdade parecia mais um enredo de Ben Hur, ou algo assim) durante uma pregação de meu amigo pastor. Lembro que eu lia o texto às escondidas pois estava pra lá de interessante (a história misturava perseguição a judeus com a chegada de um barco gigantesco a uma cidade), e para que eu prestasse atenção ao culto, meu amigo pastor citava em seus exemplos o meu nome e como eu faria se estivesse nas situações previstas em seu sermão.
Só por curiosidade (e porque se não escrever isso agora, nunca mais lembrarei) o sermão dele falava de pacto. Pactos de confiança que foram feitos entre os homens e Deus.

Agora, o que eu fazia em um culto desses e a razão de estar lendo um texto assim é algo que nunca vou saber. Mais um detalhe: o texto era em inglês.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Sonho 03-01-11

Eu parecia estar discutindo algo com minha mãe. Uma discussão séria e na qual ela parecia dizer "tá vendo? olhe você novamente dando uma de esperto!". Ou algo assim. Logo após acordar eu tentei lembrar do motivo de tal discussão mas foi inútil. Lembro apenas que discutimos e logo depois eu a acompanhei de mãos dadas até chegarmos à casa da Vila Amália.

Houve mais dados neste momento, mas perderam-se entre o momento em que levantei e o momento em que foram digitados neste computador. É incrível como algumas lembranças são nítidas no momento em que acordamos apagando-se mais tarde de nossa memória!

Sonho - 02-01-2011

Sonhei que havia ido tomar café (como sempre faço) durante uma pausa do serviço, mas no caminho encontrei um velho amigo do Caesar Park servindo bandejas (como ele sempre fazia). Pedi café a ele, e de um modo que só nos sonhos parece acontecer, ele providenciou um aparato especial para que eu fizesse meu café ali mesmo.

A esta altura eu já não estava mais no meu trabalho habitual, estava de volta aos tempos do Caesar Park, e parecia também estar escondido bebendo café. Enquanto esperava para conseguir meu café, apareceu o gerente geral para averiguar o que acontecia ali no corredor. Só que ele não era de fato um gerente, mas um instrutor do Senai com seu guarda pó coberto de assinaturas de ex-alunos (não me pergunte porque eu sabia disto). E ele não era de fato um instrutor do Senai, mas um ex-colega de um antigo curso de Comissário de Bordo da Vasp que fiz lá pelos idos de 1990. Um sujeito baixinho e troncudinho que conheci e que com quem nunca tive muito contato. Depois de checar o que eu fazia, ele parecia genuinamente feliz em me ver.