quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Sonho: Em 21-09-2011

Depois que meu filho nasceu, tive pouco tempo para organizar meus pensamentos e postar o que eu havia sonhado. E o cansaço que sobreveio à vinda do bebê fez eu lembrar de pouca coisa. Uma pena já que considero valiosas as informações que coletamos e catalogamos. 

Pretendo voltar a relatar minhas experiências aos poucos, assim que tiver mais serenidade à noite e quando o bebê deixar-me dormir por mais tempo. 

Lembro-me de ter sonhado com o Gabriel e ele ter chorado (ou revirado no berço) logo em seguida, como se aquilo fosse uma resposta ao meu sonho. É digno de nota porque não foi apenas uma vez. Coincidências? Talvez.

No sonho desta postagem eu estava com a Meire. De algum modo estávamos perto da casa de minha infância. A gente estava juntinho, aconchegados e prestes a fazer amor (!!!) Lembro de repente que tenho que usar preservativos (o medo de uma outra gravidez me assombra inclusive nos sonhos!) e esticamos até a casa de minha infância em busca da tal "camisinha". Antes de entrar na casa antiga, eu mostro à Meire como é legal "flutuar", algo que ela poderia fazer também ao meu lado. 

A sonho torna-se um borrão. Estou agora diante de minha cunhada que afirma categoricamente que a inalação é prejudicial ao bebê. Eu não tenho que recorrer a ela para curar o Gabriel de sua coriza e catarro. É engraçado porque eu penso justamente o contrário disso. Acho que a inalação é extremamente útil para descongestionar o peito e tirar o catarro das vias aéreas do bebê e, depois de ser devidamente autorizado pelo pediatra, passei a fazer isso nele. 

Outro borrão. Estou agora com um menino moreno que me pede para treiná-lo para vencer uma corrida de Fórmula 1. Acontece que nada sei sobre Fórmula 1. Nem mesmo sei quem venceu o último Grande Prêmio, tamanho é meu interesse sobre o tema. E o garoto insistia para eu treiná-lo, ao passo que eu relutava em aceitar pois tinha mulher e filhos para cuidar e teria que me ausentar para poder acompanhar o seu treino em Interlagos!!! Um absurdo! Ele inclusive me propunha pagar pelo treinamento. Ele ganhava 26 mil mensais enquanto corredor de uma categoria "menor" mas me pagaria bem mais do que eu ganho atualmente.

Naturalmente eu não iria aceitar sua proposta, não porque desconhecesse o tema e fosse transformar seu treinamento num desastre inimaginável, mas porque não queria ficar afastado da família. Tá certo então!