Motivado talvez por uma conversa que tive com um amigo meu que é pastor, acabei desta vez sonhando com ele. Na verdade sonhei que lia um texto pretensamente bíblico (estava longe de ser um texto bíblico, na verdade parecia mais um enredo de Ben Hur, ou algo assim) durante uma pregação de meu amigo pastor. Lembro que eu lia o texto às escondidas pois estava pra lá de interessante (a história misturava perseguição a judeus com a chegada de um barco gigantesco a uma cidade), e para que eu prestasse atenção ao culto, meu amigo pastor citava em seus exemplos o meu nome e como eu faria se estivesse nas situações previstas em seu sermão.
Só por curiosidade (e porque se não escrever isso agora, nunca mais lembrarei) o sermão dele falava de pacto. Pactos de confiança que foram feitos entre os homens e Deus.
Agora, o que eu fazia em um culto desses e a razão de estar lendo um texto assim é algo que nunca vou saber. Mais um detalhe: o texto era em inglês.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Sonho 03-01-11
Eu parecia estar discutindo algo com minha mãe. Uma discussão séria e na qual ela parecia dizer "tá vendo? olhe você novamente dando uma de esperto!". Ou algo assim. Logo após acordar eu tentei lembrar do motivo de tal discussão mas foi inútil. Lembro apenas que discutimos e logo depois eu a acompanhei de mãos dadas até chegarmos à casa da Vila Amália.
Houve mais dados neste momento, mas perderam-se entre o momento em que levantei e o momento em que foram digitados neste computador. É incrível como algumas lembranças são nítidas no momento em que acordamos apagando-se mais tarde de nossa memória!
Houve mais dados neste momento, mas perderam-se entre o momento em que levantei e o momento em que foram digitados neste computador. É incrível como algumas lembranças são nítidas no momento em que acordamos apagando-se mais tarde de nossa memória!
Sonho - 02-01-2011
Sonhei que havia ido tomar café (como sempre faço) durante uma pausa do serviço, mas no caminho encontrei um velho amigo do Caesar Park servindo bandejas (como ele sempre fazia). Pedi café a ele, e de um modo que só nos sonhos parece acontecer, ele providenciou um aparato especial para que eu fizesse meu café ali mesmo.
A esta altura eu já não estava mais no meu trabalho habitual, estava de volta aos tempos do Caesar Park, e parecia também estar escondido bebendo café. Enquanto esperava para conseguir meu café, apareceu o gerente geral para averiguar o que acontecia ali no corredor. Só que ele não era de fato um gerente, mas um instrutor do Senai com seu guarda pó coberto de assinaturas de ex-alunos (não me pergunte porque eu sabia disto). E ele não era de fato um instrutor do Senai, mas um ex-colega de um antigo curso de Comissário de Bordo da Vasp que fiz lá pelos idos de 1990. Um sujeito baixinho e troncudinho que conheci e que com quem nunca tive muito contato. Depois de checar o que eu fazia, ele parecia genuinamente feliz em me ver.
A esta altura eu já não estava mais no meu trabalho habitual, estava de volta aos tempos do Caesar Park, e parecia também estar escondido bebendo café. Enquanto esperava para conseguir meu café, apareceu o gerente geral para averiguar o que acontecia ali no corredor. Só que ele não era de fato um gerente, mas um instrutor do Senai com seu guarda pó coberto de assinaturas de ex-alunos (não me pergunte porque eu sabia disto). E ele não era de fato um instrutor do Senai, mas um ex-colega de um antigo curso de Comissário de Bordo da Vasp que fiz lá pelos idos de 1990. Um sujeito baixinho e troncudinho que conheci e que com quem nunca tive muito contato. Depois de checar o que eu fazia, ele parecia genuinamente feliz em me ver.
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